domingo, 5 de maio de 2013

Saladinha de domingo

Aqui vai uma saladinha rápida para o domingo:

- Alface picada;
- Rúcula picada;
- Tomate em rodelas;
- Rabanete em rodelas;
- Azeitonas pretas;
- Queijo minas amassadinho;
- Quinoa para jogar por cima;
- Azeite para regar tudo.

Misture tudo e sirva. Bom domingo!!!

terça-feira, 9 de abril de 2013

A conservação dos bons azeites no Brasil

Por Marcelo Scofano

Em todas as aulas ou palestras que tenho dado, seja aqui na ESTILO GOURMET ou qualquer lugar do Brasil, um dos fatos que mais observo é o tempo que as pessoas levam para consumir uma garrafa de 500 ml de azeite extra virgem, em média 30 dias ou mais. Sendo o consumo médio per capita em nosso país da ordem de 270 ml, não é de se estranhar esse fato.  
O que percebo é a espantosa reação de todos quando informo que uma garrafa de qualquer volume deve ser consumida em no máximo 15 dias após sua abertura, uma vez que sua oxidação se acelera.
Tendo em vista esse fato, hoje escrevo para lhes falar sobre os três principais inimigos do azeite: o oxigênio, a luz e o calor.  
Questionamentos sobre esse assunto são diversos aqui, pois vivemos em um país tropical e muito longe da cultura e da tradição do consumo dos bons azeites.  É tanto o desconhecimento que raramente encontramos comerciantes cientes dessas informações e não raro observamos azeites extra virgens de excelência, cujo preço de venda é muito superior a média do que um brasileiro está habituado a pagar (acima de R$ 100) sem a devida conservação.
Em um artigo que escrevi recentemente para uma coluna de gastronomia de uma revista virtual do Mato Grosso do Sul, um leitor me questionou sobre essas informações, arguindo que nunca vira em gôndolas de supermercados, azeites em climatização ou protegidos da luz.  De fato, não existe no Brasil nenhum supermercado que ofereça tal infraestrutura, pois os azeites ali oferecidos são invariavelmente de pouca qualidade e para os comerciantes não vale o investimento.  Apenas em algumas delis ou lojas especializadas começamos a encontrar fornecedores que se preocupam com esse fato, pois comercializam azeites que exigem tais condições.
E é nesse ponto que gostaria mesmo de chegar: o consumidor brasileiro, cada vez mais exigente, está começando a entender que azeites extra virgens são tão variados em aromas, sabores e... preços quanto os vinhos e que ambos devem ser conservados e apreciados na mesma proporção de seu valor.
Azeites Extra Virgens são o extrato natural (sem fermentação) de uma fruta (a azeitona) e como tal, quanto mais frescos forem consumidos, melhor.  Fatores como terroir, forma de cultivo, colheita, produção e variedade da azeitona influenciam diretamente na qualidade final do produto, seja em sabores e aromas como em valores nutricionais.  Por sua composição química, sua perecibilidade é alta e, portanto, quando encontramos azeites extremamente frutados, picantes ou amargos, devemos saber conservá-los e nada de economizar, temos que consumi-los no mais breve tempo possível.  Para você, que trouxe um bom azeite de uma região produtora e o está guardando há meses ou anos para consumi-lo em uma ocasião especial, caso não esteja devidamente climatizado, esqueça-o.  Seu nível de peróxido já deve ser tão alto que não vale mais a pena ser consumido, nem mesmo na panela.
Portanto, caro leitor, caso esteja de posse de um extra-virgem, cuja qualidade/preço seja superior a média (R$ 20), consuma-o sem parcimônias.  Se aproveitar as ofertas de compras dos mercados, guarde as garrafas fechadas na porta da geladeira (a temperatura ideal de conservação é entre 14º e 18º C) e, uma vez aberta, não economize, pois estará se beneficiando de propriedades sensoriais únicas, que darão um toque todo especial em suas preparações, além de enriquecê-las nutricionalmente.
Assim, resumo abaixo as principais dicas para conservação:

- guarde-os em local escuro e fresco, longe do fogão.
- uma vez abertos, consuma-os em 15 dias no máximo.
- se houver estoque em casa, observe a data de validade e guarde-os na porta da geladeira ou na adega climatizada dos vinhos.
- caso more sozinho e consuma pouco, dê preferência a garrafas de 250 ml.
- procure produtos com garrafas escuras ou chapa estanhada.
- nos supermercados, escolha as garrafas que estão atrás e não expostas a luz.

Ainda que muitos digam que azeite é calórico, vale lembrar que em cada grama de qualquer gordura há 9 calorias.  Sendo a gordura um ingrediente indispensável à alimentação humana, devemos fazer uso da mais saudável e saborosa e, sem dúvida alguma, um bom extra virgem é imbatível !

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Tabule Marroquino


Aprendi esta receita simples e saborosa com minha amiga Dina Sacramento que já morou em diversos lugares do mundo. Anotem:

Ingredientes:
500 g de Couscous Marroquino (o cuzcuz brasileiro não é igual pois tem gosto de milho);
1 pimentão verde picadinho;
1 pimentão vermelho picadinho;
1 pepino picadinho;
cebola picadinha ou lascas de cebola desidratada a gosto;
alho picadinho ou lascas de alho desidratado a gosto;
cheiro verde picadinho;
linguiça calabresa picadinha e frita no azeite; (isto não estava na receita original, mas ficou muito bom)
sal a gosto;
azeite a gosto.

Modo de preparo:
Despeje a farinha do couscous em uma tigela, coloque um pouco de água somente para umedecer e misture bem. Enquanto isso, vá picando todos os ingredientes. Depois que a farinha estiver úmida misture todos os ingredientes, tempere com azeite e sirva em tigelinhas. 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sanduíche com Rúcula



Depois do carnaval, vai um sanduíche levinho.

Ingredientes
2 fatias de pão de forma integral
2 colheres de sopa bem cheias de Patê de Frango (eu usei frango desfiado misturado com maionese)
1 cenoura pequena ralada
4 a 6 folhas de rúcula
1 colher de sobremesa de azeite de oliva
Sal e pimenta-do-reino a gosto.


Dica: sirva com azeitonas pretas.

Fonte: Vapza

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

É Carnaval então Põe Pimenta



Um divertido samba com o tempero de Elza Soares.
Afinal é CARNAVAL!!!
Bom feriadão para todos.
Divirtam-se!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Garfo-colher ou Colher-garfo


Não resisti quando vi isso! Uma daquelas coisas que a gente vê e se pergunta porque ninguém pensou nisso antes! Super prático este garfo-colher ou colher-garfo para sopinhas, não só com espaguete, mas também com couve mineira, pedacinhos de carne etc, etc, etc... Só falta descobrir onde encontramos isso. Provavelmente é coisa de oriental...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Café do Sertão


Passando os olhos numa Revista Claudia encontrei esta receita que fiz com umas pequeninas mudanças:
600 gramas de aipim em pedaços, sem casca, cozido;
500 gramas de inhame em pedaços, sem casca, cozido;
500 gramas de batata-doce em rodelas, sem casca, cozida;
3 bananas-da-terra, sem casca, cozidas e cortadas ao meio; (aqui eu usei a banana comum passada na frigideira com um fio de azeite para dourar);
1 1/2 xícara de melado de cana (aqui eu usei mel comum).

Em uma travessa, disponha o aipim, o inhame, a batata-doce e a banana, despeje por cima o melado e sirva. 
Para acompanhar: um cafezinho preto. 
Hummm!!!

Fonte: Revista Claudia, dez/2012

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Uma saladinha

Depois das guloseimas de fim de ano, aí vai uma dica de saladinha fácil, saborosa e super leve. Ótima para uma dietinha e principalmente para este calor de 46º!!!

Ingredientes:

- folhas de alface rasgadas grosseiramente;
- folhas de rúcula rasgadas grosseiramente;
- alho poró cortado em rodelas;
- damasco picadinho.

Modo de fazer:

Simplesmente misture tudo em uma travessa, tempere de sal a gosto e regue com bastante azeite extra virgem e bom apetite!

domingo, 23 de dezembro de 2012

Boas Festas


Desejo a todos um ótimo Natal e que a virada do ano seja de muita PAZ e SAÚDE. É o que nós e o mundo precisamos: de muita paz e saúde. 

Que nossa estrela continue sempre brilhando e nos guiando nessa viagem de 365 dias que em breve se iniciará. Como fez com Balthazar, Gaspar e Belchior, mostrando-lhes o caminho a seguir, nos guie principalmente nos dias de tempestade, que naturalmente surgirão, e nos ilumine plenamente nas alegrias, que com toda a certeza brotarão pelo caminho do Criador. 

Que em 2013 sejam reduzidas as discórdias, os preconceitos e diferenças e que sejam valorizados o amor, o companheirismo, a amizade, o carinho, a solidariedade, a honestidade, a verdade, a gentileza, a união... o abraço... o aperto de mão... o sorriso...

Renovemos a Esperança em um mundo melhor e mais saboroso.

Boas Festas!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Quais são as Ervas da Provence?


As colinas do sul da França são pródigas em ervas aromáticas e elas marcam forte presença na cozinha da região, conhecida como Provence. O toque do louro, do manjericão, do tomilho, do alecrim, da salsa, do orégano, da segurelha, do estragão, da menta e da manjerona, entre outras, sempre seduziu os visitantes do lugar, que se acostumaram a voltar para casa com mudas daquelas plantas especiais. Mas nem todos os climas as recebem bem e, por isso, alguém teve a idéia de secá-las e industrializá-las para agradar aos turistas. As chamadas ervas de Provence só passaram a ser vendidas em conjunto, desidratadas e com este nome a partir dos anos 1970. E são conhecidas assim principalmente fora da França. Como acontece com as massalas indianas, para as quais cada cozinheiro tem sua fórmula, não há uma receita padronizada para o mix francês. Tradicionalmente, inclui manjericão, louro, manjerona, alecrim, segurelha e tomilho. Raspas de casca de laranja às vezes são adicionadas, assim como lavanda. De modo geral, a combinação resulta em sabor relativamente adocicado, picante e mentolado. Muito usada para temperar peixes, carnes e vegetais, a mistura geralmente é adicionada durante o cozimento, pois é a melhor maneira de capturar o seu sabor. Pode também temperar azeites, que ficam ótimos em pratos típicos da região mediterrânea ou simplesmente regados sobre frango e peixe grelhados, acompanhados de tomate, batata e azeitonas. O conjunto de ervas faz ótimo efeito, ainda, em molhos para pizza, sopas, omeletes, legumes refogados, carnes de caça e espetos de carne ou frango. Embora seu uso mais interessante seja nos pratos quentes, nada impede que entre em temperos para salada e seja polvilhado sobre queijos.

É bom para estimular o apetite e substituir o sal na alimentação de hipertensos, já que seu aroma pronunciado engana o paladar, escamoteando um pouco a ausência do sabor salgado.
Ervas de Provence são vendidas em supermercados e em lojas de temperos, quase sempre embaladas em vidros ou em sacos plásticos. Veja se estão bem secas e soltas, com coloração verde-oliva. Evite se as folhas estiverem muito desbotadas ou escuras demais ou, ainda, se notar presença de umidade e mofo. Marcas importadas podem trazer as ervas embaladas em potes de cerâmica que, além de charmosos, são mais eficazes para protegê-las da perda de aroma. Se não encontrar o mix pronto, compre ervas secas de boa qualidade e faça a mistura em casa. Guarde em vidro escuro bem tampado e longe da luz.

Como se prepara? Não há fórmula única para combinar as ervas, mas você pode misturar folhas secas e esmigalhadas nesta proporção: 2 col. (sopa) de manjericão, 1 col. (sopa) de manjerona, 1/2 col. (sopa) de alecrim, 1 col. (sopa) de segurelha, 2 col. (sopa) de tomilho, 1 col. (sopa) de flores de lavanda e 1 folha de louro. Use 1 col. (chá) para temperar 4 porções de legumes. Para filés bovinos, de carneiro ou vitela, besunte-os com azeite, tempere com sal e pimentado- reino e pressione um pouco das ervas na superfície. Grelhe rapidamente, remova as ervas e termine de assar no forno. Em churrascos, jogue duas pitadas sobre o carvão.

Fonte: Revista Caras, 02/11/07 - Edição 730 - Ano 14
Imagem: colhida na internet